A Maria Helena, aluna da Entrelinhas da Gávea – RJ, fez esse lindo painel. Procurei fazer um quilting que evidenciasse o efeito entrelaçado. Quiltei plumas e retas para que dessem a impressão que estão passando uma por cima da outra, mantendo o efeito criado no patchwork. Acho que funcionou. 😉
A Sônia Oliveira resolveu se “livrar” de um moooonte de retalhos amealhados ao longo de muitos anos de patchwork e fez esse lindo trabalho só aproveitando restos de tecido! Esses de aproveitamento são os que eu mais gosto. ❤
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bor Vou contar um segredo. Quando quero que um desejo aconteça faço um bordado sobre o assunto, para focar minha energia no que quero que aconteça. Nesse bordado fiz um menino, representando meu filho mais velho, concentrado, mirando algo. E é exatamente isso que eu desejo que aconteça. Que no alto de sua adolescência consiga parar e focar. Parar para focar nos estudos mirando nas boas escolhas da vida. Este bordado virou uma almofada pro meu sofá. Bordar pra mim é muito mais que repetir pontos, bordar é meditativo. #EdgeToEdge #BordaABorda #Quilting
Veja que linda a colcha que a Zilá, aluna da Marly Sanchez e Gislene Campos da Entrelinhas da Gávea, costurou todinha à mão. Fiz um quilting apenas com Arco mas o resultado ficou incrível. Amei tudo! <3 <3 <3 AmeiTudo #Quilting
Esta colcha de patchwork foi feita pela Thea, aluna da Thais Turkienicz. Como ela gosta de quilting geométrico, fiz ele parecido com um labirinto. Usei linha transparente para o quilting não “brigar” com o patchwork. O que mais gostei é que da pra usar dos dois lados. #Quilting #Labirinto
Eu ainda fabricava bolsas quando descobri e me apaixonei pelo Quilting. Queria mudar a vida e viver quiltando por aí. Foi um período estranho pois tinha a sensação de estar em cima do muro, não fazia nem uma coisa nem a outra por inteiro. Um dia comentei com uma amiga que gostaria que todo esse processo passasse rápido e que meu trabalho com Quilting florescesse igual a pé de maracujá, bem rapidinho. E para materializar essa ideia e realmente ver o processo acontecer, planteium pé de maracujá de verdade na varanda do meu atelier. E enquanto ele crescia, e cresce, meu trabalho e meus clientes e ideias floresceram também. Enquanto o pé brotava eu fiz um curso de extensão na PUC-Rio, “Do tecer ao texto” com a professora Marcela Carvalho que tem como proposta bordar uma história. Foi quando resolvi juntar as duas coisas, o curso e meu pé de maracujá, e me bordei bordando um pé de maracujá cheio de frutos e flores. Reparem que no desenho fui bem literal: eu sentada bordando um enorme pé de maracujá, cheio de flores e frutos. Descobri que o tempo do bordado é um tempo diferente, muito diferente do nosso tempo de hoje, tempo de internet, e-mail, WhatsApp e Facebook. É um tempo de olhar pra dentro, um tempo de espera, de gestação, bem parecido com o tempo de uma planta crescer. Um tempo que a gente não tem o controle. Um tempo delicioso! 🙂 #sóquembordasabe
Uma amiga me perguntou porque eu colocaria produtos antigos com tanto destaque no meu site novo. Respondi que embora não os faça mais, eles tem muita história! São como filhos. Me possibilitaram trabalhar por conta própria, me deram independência financeira e renderam muitas, mas muitas reportagens. Mesmo querendo me dedicar exclusivamente ao quilting, volta e meia faço algumas bolsas pois continuam vendendo. A do Biscoito Globo é um bom exemplo, até hoje recebo pedidos dela. Todos estes produtos vieram de ideias minhas. Ideias que sugiram muitas vezes do ócio, outras de coisas bobas, simples. Como quando ainda estava na PUC e ao descarcar uma laranja percebi que poderia pegar o molde da casca e fazer uma bolsa esférica! Usei um material barato para executar essa ideia, o zíper a metro. Abrir e fechar a bolsa era igual a descascar e “recascar” um laranja. Depois de tanto trabalhar com zíper a metro foram surgindo outras ideias. O trabalho desdobrou, simplificou e virou a bolsa de zíper, que é uma invenção minha, registrada no INPI. O sucesso foi tão grande que plágios estão até hoje nos camelôs. Mas não fico zangada não… Se o povo copia é porque o negócio é bom, né?! Outra bolsa que foi um sucesso é a Plasticoisas. Brinco que foi fruto da hipermetropia. Eu passeava pelo centro do Rio quando de longe vi um camelô que vendia imã de geladeira, e ele colocava todos dispostos num display que era de plástico transparente cheio de mini bolsinhos. Achei que fosse uma bolsa, quando cheguei perto vi que não era. Opa, olha a ideia de uma bolsa aí! Fiz muitas, mas muitas edições de Babilônia feira Hype e Mercado Mundo Mix. Lá consegui ter contato direto com minhas clientes, conhecer de perto meu público alvo e vender muitas bolsas. Depois comecei a produzir estampas de bolsas que nichos de pessoas se identificavam. Bolsa Claquete para cinéfilos, bolsa Rua do Lavradio para as boêmias, bolsa Biscoito Globo para os cariocas que amam ser cariocas, bolsas que pareciam um pandeiro pra galera do samba, bolsa da Ovelha Negra para todos, afinal, com essa todo mundo se identifica! Kkkk Foram muitas produções durante esses 20 anos, até que conheci o quilting e me apaixonei completamente. Acho que o que mais gosto no quilting é não trabalhar com a repetição. Agora cada trabalho é diferente, único.
Fui eu quem fiz o patchwork e o quilting desta colcha. Fiz para um casal amigo muito querido que vai casar. No início do projeto pensei em faze-lo todo com tecidos com estampas dos anos 30. Mas fiz os cálculos errados e faltou tecido. Rss Tive que improvisar e adicionar um monte de outras estampas. No fim foi bom pra dar um destino a um monte de retalhos aqui do atelier. Escolhi para o quilting um motivo de flores, bem romântico. Não sei se dá pra ver nas fotos, mas procurei fazer de propósito cada flor de uma maneira, diferentes. Acho que assim fica mais leve e ninguém vai achar que foi o computador que fez. 😉
Essa foi a mantinha que a Virgínia Tramujas fez pra dar um chame no seu novo sofá. Adorei especialmente a combinação dos tecidos. <3 #QuilteiraFeliz #QuiltandoMantinhas